BI não é dashboard bonito. É linguagem comum para decidir. Métricas confiáveis que reduzem ruído e criam confiança.
Comercial tem um número de vendas. Finanças tem outro. Operação tem um terceiro. A reunião que deveria ser sobre decisão vira discussão sobre qual dado está certo.
Enquanto isso, planilhas paralelas se multiplicam. Relatórios manuais consomem horas toda semana. E quando finalmente chega o número, a janela de decisão já passou.
O custo não é só o tempo perdido. É a decisão errada por falta de clareza. É a oportunidade perdida por lentidão. É a confiança corroída reunião após reunião.
"Qual número está certo?" é pergunta recorrente em reunião
Planilhas paralelas que "complementam" o sistema oficial
Relatórios manuais consumindo horas toda semana
Decisões atrasam esperando "o dado certo"
No fim, decide-se por feeling porque ninguém confia no número
Não entregamos dashboard bonito. Entregamos clareza para decidir.
Dashboard bonito que ninguém consulta
Mais um relatório para a pilha
Visualização em cima de dados inconsistentes
Projeto que termina na entrega do painel
Métricas confiáveis que sustentam decisão
Linguagem comum entre áreas
Visualização como consequência de governança
Rotina de uso que gera adoção real
BI sem base confiável só acelera o caos. Por isso começamos pela governança, não pelo visual.
Não começamos pelo dashboard. Começamos pela decisão que precisa ser tomada.
O que precisa ser decidido? Quem decide? Com que frequência? Se não soubermos isso, qualquer dashboard é desperdício.
Qual a definição de "venda"? E de "cliente ativo"? Criamos uma linguagem comum que todas as áreas entendem igual.
Construímos a fonte confiável: dados tratados, validados, rastreáveis. O número que aparece é o número certo.
Aí sim, o dashboard. Mas com rotina de uso definida, donos claros e revisão periódica. BI que ninguém usa não existe.
Cada entrega responde a uma necessidade real de gestão.
Métricas padronizadas com definições claras. "Venda" significa a mesma coisa para comercial, finanças e operação.
Visão consolidada para liderança. Poucos números, mas os certos. Atualização confiável, sem surpresas de última hora.
Visão detalhada para quem opera. Drill-down quando necessário, filtros por região, produto, período. Dados do dia, não do mês passado.
Notificações quando algo sai do esperado. Meta em risco, anomalia detectada, threshold ultrapassado. Proatividade, não surpresa.
Usuários criam análises próprias — mas em cima de dados validados e métricas padronizadas. Liberdade com consistência.
O relatório que alguém montava toda segunda agora é gerado e distribuído automaticamente. Tempo liberado para análise.
Ferramentas que operamos
Contextos onde clareza nos números muda a forma de operar.
Pipeline, conversão, ticket médio, meta vs realizado. Vendedor sabe onde está, gestor sabe onde focar.
SLA, tempo de ciclo, gargalos, capacidade. Operação sabe onde está perdendo e onde pode melhorar.
DRE, fluxo de caixa, margem por produto, custo por operação. CFO tem visibilidade antes do fechamento, não depois.
Indicadores de risco, auditoria, rastreabilidade. Quando perguntarem "de onde veio esse número?", você sabe.
O que muda quando todo mundo confia no dado.
Antes: Reunião semanal começava com 30 min reconciliando números de vendas entre sistemas.
Depois: Número único, atualizado diariamente. Reunião foca em: "onde precisamos agir?"
Antes: Relatório de produção montado manualmente toda segunda. Analista gastava o dia inteiro.
Depois: Dashboard atualizado automaticamente. Analista agora faz análise, não coleta.
Antes: Cada regional tinha sua planilha. Consolidar para o board levava 3 dias.
Depois: Visão única, drill-down por regional. Board recebe o mesmo número que o gerente de loja vê.
Às vezes o problema não é visualização. É a base que alimenta a visualização.
Preferimos ser honestos sobre isso antes de começar um projeto.
Os dados estão dispersos, sem integração ou qualidade mínima
Não há definição clara das métricas de negócio
O objetivo é "um painel rápido para uma apresentação"
Não há quem vá usar e manter o BI no dia a dia
Nesses casos, podemos ajudar com infraestrutura ou governança primeiro — ou indicar que talvez não seja o momento certo.
Sem compromisso. Sem apresentação de produto. Só uma conversa para entender se BI faz sentido no seu momento.